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terça-feira, 4 de outubro de 2016

Squonk


O Squonk é uma criatura lendária e dizem que ele habita as florestas de Tsuga, a norte da Pennsylvania. A lenda diz que o Squonk é provavelmente a criatura mais feia que existe. Devido a suas deformidades, ele passa a vida escondendo-se de todos os outros seres vivos que existem para que não vejam o quão feio ele é. Além disso, ele é triste e solitário. Passa sua vida inteira chorando. Há quem diga que seja uma espécie de animal não catalogada ainda, muitas pessoas dizem já ter visto um. Caçadores o buscam frequentemente e dizem que não é tão difícil encontrá-lo, já que ele deixa um rastro de lágrimas por onde vai. Porém, se o Squonk é encurralado, ele se dissolve nas próprias lágrimas, desaparecendo. Ninguém sabe ao certo qual é a aparência do Squonk e, por ser tão feio, ninguém que tenha visto consegue descrevê-lo corretamente.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Unicórnio


Unicórnio, também conhecido como Licórnio ou Licorne, é uma criatura mitológica com o corpo de um cavalo, geralmente de pelagem branca, e que possui um grande chifre em espiral no topo de sua cabeça. Sua imagem está associada à pureza e à força. Segundo as narrativas e contos, os unicórnios são seres dóceis e gentis e seus chifres guardam extraordinários poderes mágicos.

Acredita-se que para caçar um unicórnio com êxito, seria necessário muito mais que apenas coragem e força. Por mais que fossem seres dóceis, também sabiam ser perigosos e intimidadores, impedindo que os caçadores conseguissem se aproximar com facilidade. Porém, se o unicórnio encontrasse uma donzela virgem, ele esqueceria sua ferocidade e deitaria sua cabeça em seu colo, adormecendo. Nessa invulnerabilidade, os caçadores conseguiriam capturá-lo.

Ahmad, viajante muçulmano cujo os escritos eram vistos por todos como confiáveis, alegou ter viajado por diversos lugares por onde se caçavam unicórnios. Ele, inclusive, afirmava ter visto potes feitos com chifres de unicórnio.

Em 1663, perto de uma caverna na Alemanha, foi encontrado o esqueleto de um animal que, especulava-se, seria um unicórnio. A caveira estava intacta com um único chifre no meio, preso com firmeza. Cerca de 100 anos depois, uma ossada semelhante foi encontrada perto da mesma caverna. Os dois esqueletos foram analisados por Gottfried Leibniz, sábio da época e grande cientista (ao nível de Sir Isaac Newton), que declarou que (a partir das evidências encontradas) passara a acreditar na existência de unicórnios.

domingo, 14 de agosto de 2016

Kappa


O Kappa é uma criatura do folclore japonês. É conhecido como o demônio das águas japonesas. Vive em rios, lagos e lagoas e tem a aparência de um anfíbio ou peixe, com a pele cheia de escamas, as costas de uma tartaruga e o rosto semelhante ao de um macaco. A característica mais marcante dessa criatura é uma depressão em forma de pires em sua cabeça, na qual ele põe água quando está em terra firme, para concentrar seus poderes sobrenaturais. Em sua forma adulta, ele tem o tamanho de uma criança de dez anos.

O Kappa é visto como uma criatura mal-intencionada e costuma se alimentar do corpo e do sangue de suas vítimas. Inclusive, acredita-se que ele adora a carne humana, especialmente o fígado. Então, ele sai da água para caçar suas presas. Porém, dizem também que o Kappa não é de todo o mal. Apesar de ser mal-intencionado, eles também são inteligentes e honrados. Dizem que foi um Kappa que ensinou o ser humano a tratar de fratura e ossos quebrados em troca de devolverem a ele seu braço amputado (pois, colocado de volta no lugar, um braço arrancado de um Kappa pode se regenerar em poucos dias e ficar novo em folha).

O Kappa também é retratado como uma criatura que prefere devorar crianças desobedientes. Principalmente, as que se aventuram às margens de rios, lagos e lagoas sem a permissão dos pais. E, quando o Kappa não está caçando suas presas, ele costuma se divertir de alguma forma, pois sua aparência infantil não é por acaso. Ele realmente gosta de se divertir.

Diz-se também que há como evitar o ataque de um Kappa. O alimento preferido de um Kappa é o pepino. Então, se um Kappa estiver prestes a te atacar, basta jogar um pepino para ele e ele se sentirá grato por aquilo. Há pessoas que, até os dias de hoje, jogam pepinos na água com nomes de pessoas grafados neles, pois dizem que quando o Kappa for comer o pepino, ele vai ver o nome da pessoa e vai se sentir na obrigação de nunca atacá-la. Além disso, também há a reverência. Se uma pessoa o cumprimentar várias vezes, curvando a cabeça para isso, o Kappa vai fazer a mesma coisa e vai acabar derramando a água que leva no topo de usa cabeça. Há quem diga que após isso, ele precisa correr de volta para água imediatamente. E há quem diga que, após derramar toda a água, ele morre.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Lobisomem


Um lobisomem, ou licantropo, é um ser humano que pode se transformar parcial ou completamente em um lobo. É uma lenda mundialmente conhecida e que, até hoje, apavora muitas pessoas. Por ser mundialmente conhecida e já ser antiga, é uma lenda com muitas versões.

Para se tornar um lobisomem há diversos meios, se considerarmos todas ou muitas das versões da lenda. Diz-se que a sétima criança numa sequência de filhos do mesmo sexo tornar-se-ia um lobisomem. Outra versão já diz que seria um filho homem nascido após uma sucessão de sete filhas mulheres. Também há quem diga que a licantropia é passada em família. Quando um membro da família que se transforma na aberração morresse, ele passaria a maldição para outro membro (de pai para filho, ou de avô para neto). Outra versão também diz que o sétimo filho de um sétimo filho se tornaria um lobisomem. Também diz-se que a transformação começaria a ocorrer aos 13 anos.

Se uma pessoa pode se transformar em um lobisomem, há sinais facilmente perceptíveis para identificá-la: mudanças de comportamento, jeito misterioso e quase sempre com olheiras. O licantropo, na forma humana, é uma pessoa muito atenta às outras, sempre desconfiando de tudo e de todos. Geralmente, têm medo de que descubram que é uma aberração, porém, em contrapartida, na forma humana, é uma pessoa bastante protetora.

Em algumas regiões, o lobisomem se transforma à meia-noite, às sexta-feiras, numa encruzilhada. Após a transformação, ele sai por aí sedento de sangue, atacando e matando ferozmente qualquer coisa que se mexa. Ao amanhecer, ele volta para a mesma encruzilhada para se transformar de volta em ser humano.

Há também que diga que lobisomens têm preferência por bebês não batizados. Também dizem em alguns lugares que, após a transformação, o lobisomem tem que atravessar sete cemitérios antes do amanhecer para poder voltar à sua forma humana, caso contrário ficará em forma de besta para sempre.

Algumas pessoas acreditam que, para ferir ou mesmo matar um lobisomem, deve-se usar prata. Também há quem diga que o fogo poderia servir também. Pessoas que os associam a demônios também acreditam que crucifixos e água benta poderiam funcionar contra a criatura.